Em Memoria de Mariana.

Em Memoria a Mariana.
(1914 – 1954)

O seu desejo de ser mãe foi de apelar.
A medicina e aos santos postular.
Após uma década, a gravidez chancelar.
E o seu ventre passou ser o meu lar.

O seu carinho foi o aconchego.
O seu sorriso foi o chamego.
O seu colo foi o meu amigo.
O seu amor divino foi meu abrigo.

Você partiu muito cedo eu era criança.
Mais de seis décadas sem sua presença.
Sentir você perto é a magia da esperança.

Sua alma está enraizada em nossos corações.
Um dia o reencontro será cheio de emoções.
Em alguma galáxia ou em outras dimensões.

Por
Aslan Minas Melikian
Niterói, 14/05/2017

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