Minha Prece

Minha Prece.

Meu Pai que estás em tudo lugar. Cópia de aslan 001
Que cuida de mim e do meu lar,
Levarei o seu nome a louvar.

Dai-me a força de ter a competência
De lidar com as pessoas com paciência.
Saber perdoar e ter a tolerância

Liberdade aos povos e religiões.
Igualdade para todas as nações
Fraternidade com todos os irmãos,

A força de lidar com adversidade
Lidar com as pessoas com lealdade
A virtude da renuncia e da humildade.

Dai-me o dom de um sabedor.

Tratar as pessoas com amor,
Viver a vida com muito humor.
Por
Aslan Minas Melikian
08/01/2015

Obs: uma oração para todas as crenças

No Caminho do Saber (2)

No Caminho do Saber. (2)adonis

Continuar a falar de leitura
Ao saber é uma grande abertura.
Ler é imaginação e cultura.

Como não falar de Virgílio e Zenon,
Aristóteles, Sócrates e Platão,
Da Bíblia, Zoroastro e religião.

Como não falar das Ilíadas.
De Luís Camões e as lusíadas.
Casanova e suas amadas.

Como não falar  de Jules Verne e Molière.
William Shakespeare, de Dickens e Voltaire.
De Alexandre Dumas e Gustave Flaubert.

Como não falar de Jorge Amado.
De Verissimo e de João Ubaldo.
Suassuna e Monteiro Lobato.

Como Não falar do poeta Adonís
Liev Tolstoi e Machado de Assis
De Nelson Rodrigues e a Clarice.

Pena, não há como de todos falar.
Tenho muita gente que podia citar
Maravilhas dos intelectos contar

Por
Aslan Minas Melikian
09/04/2016

No Caminho do Saber.

Cópia de aslan 001No Caminho do Saber

Aos onze anos,  primeiro livro que li,
Foi uma estória que passava em Dublin.
Não recordo quantas vezes eu reli.

Tomei gosto pelos livros e leitura.
Comecei a ler qualquer escritura,
E assim melhorar minha cultura.

Homero me fez gostar de poema.
Poesia, história ou noema.
Leio,  escrevo, não importa  o tema.

Hagop nonagenário, o Poeta
Com P Maiúsculo e profeta
Fazia do conto uma vinheta.

Analfabeto o sapateiro trovador.
Sabedoria de sobra e encantador.
Ele foi o meu maior incentivador.

Eliés Sauma  comigo trabalhava
Tudo que ele falava   rimava
O talento de poeta primava

Já passaram mais de sessenta anos.
Li épicos como dos gregos e troianos…
De escritores kafkianos e baianos.

Obras de Lord Byron e de Dante…
De Bill Hayes, O Expresso de meia noite.
Do grande novelista Raffi, o Khente.

Li romances de Boris Pasternak
E pensamentos de Honoré Balzac
Um dia lerei do Olavo Bilac

Como não se lembrar de Dr. Jivago,
Mulher de verdade de Mario Lago
Paulo Coelho, Diário de um Mago.

Guerra e Paz e Os Campos de Trigo,
E Os Miseráveis de Victor Hugo.
Dostoievski, Crime e Castigo.

Aos quinze, escrevia por gostar.
Aos setenta, comecei registrar.
Não sei se um dia irei publicar.

Escrevo meus poemas em português.
E outras vezes,  escrevo em francês.
Em armênio e às vezes em inglês.

Poetar para mim é cativante.
O resultado é gratificante.
Provoca o ego, completamente.

Por
Aslan Minas Melikian
06/04/2016

Quero Ver O Lumiar (2ª parte)

Hoje é Páscoa

Deixei de hibernar.
Hoje ao acordar,
Vi o dia clarear.
Fui até varanda me exercitar
A aurora apreciar
Ver alvorada iluminar
Atrás da colina brilhar,
E o sol raiar.
Era o lumiar.
Mais um lindo dia brotar.
Fui ao outro lado olhar.
Vi o imenso azul do mar.
A natureza admirar,
Para que hibernar?
Hoje é Páscoa,
O renovar,
O reviver,
É ressuscitar
E da hibernação voltar.
Não quero mais hibernar.
Não quero esperar.
Vamos unir e defender nosso lar
Nosso bem estar.
Exigir a Dilma a gentileza de renunciar.
Nem um politico chulo mais nomear.
É piada dizer o ex-presidente vai consertar
A economia que ele não sabe praticar
Queremos fim do sigilo de escutar
Políticos não deveriam segredos guardar
Ou são republicanos para publicar
Ou são farsantes de nos prejudicar
A mentira. Deveríamos crime considerar.
É crime roubar
Mentir é enganar
Vantagens levar
Então é usurpar.
Quem comete estes atos não pode ficar
Hoje é Páscoa, vamos renovar.

Por
Aslan Minas Melikian
Niterói, 27/11/201

Quero Ver O Lumiar

Quero Ver o Lumiar.

Queria hibernar.
Não tenho como confiar.
Nos políticos acreditar.
Mentindo a nos enganar.
Corromper e fraudar.
Nossas esperanças podar.
Republicanos declarar.
Não permitir publicar.
Incoerência mostrar
Aos poderosos, sigilo no falar.
De Foro privilegiado estar.
O povo não pode cobrar
Os direitos de escutar
As conversas no altar.
O cidadão obrigado a pagar.
O que o governo tributar
E ao seu interesse gastar.
Nem satisfação dar.
Saúde e educação sem pilar.
Péssimas Estradas sem consertar.
Obras essenciais sem aprontar.
Obras superfaturar.
A corrupção em qualquer lugar
Corruptos e corruptores. Repudiar
Do térreo até ultimo andar
Será que um dia isso vai acabar?
Até lá, Quero hibernar.
Esperarei tudo isso passar
E na primavera voltar
Ver o futuro lumiar.

Por
Aslan Minas Melikian
Niterói, 25/03/2016

O Ensaio

É ele.
O pequeno grande cineasta.daniel3-ammrio
Chega firme no andar.
Decidido no olhar.
O cenário começa a montar.
Os bonecos colocados no lugar.
Para cada um tem instrução a dar.
Resolve me chamar.
Faço parte de seu altar.
Ele é o autor.
É o produtor,
O diretor,
É o roteirista,
O Coreógrafo,
O Ator.
Para filmar só falta equipamento.
Se tivesse filmaria no ato.
Mas que importância tem o fato?
Só ensaiando já mostra o seu talento.
Com um talento e o dom natural de contar.
Ele será no futuro um cineasta a brilhar.
Este garoto de cinco anos.
É o Daniel.
O pequeno grande cineasta.
No futuro não muito distante.
Será a sensação do mundo do cinema.
Em breve nas melhores salas da cidade.
Não perca

Por
A2M
Mr. Melikian

O Rio de Janeiro / Niterói

Em Veneza aos doze anos
Na capa dos cadernos,
Eu vi, vi o Rio de Janeiro. 
Vi o Cartão Postal feiticeiro.
Cidade linda por natureza.
Eu era estudante em Veneza, 
Cidade única, que beleza.
Mas o Rio tem a esbelteza. 
Pão de açúcar e corcovado. 
O Cristo redentor avivado,
De braços abertos convidando.
Eu, não queria ficar negando

Passados 12 anos, apontar
O Rio de Janeiro, e aportar.
Na cidade Niterói ancorar.
No bairro Icaraí fui morar
De manhã fui a praia caminhar.
Susto! não podia acreditar.
O Cristo Redentor me abraçar.
Da hospitalidade desfrutar
E milhões de amigos adotar.

Passados 48 anos da chegada.
Nacionalidade adotada. 
Uma grande família amada.
Filhos, netos e a cambada.
Juntos agregados agregadas
Estamos felizes nessas baladas.
A vista do Rio não tem iso.
Niterói, a cidade sorriso.
Tem A vista mais bela, eu friso 
Daqui de Niterói não saio mais.
Daqui ninguém me tira jamais
O Rio de Janeiro continua lindo.
O Rio de Janeiro continuará lindo. 
O Rio sempre será lindo.
Rio de Janeiro alegria e carnaval.
Cidade cosmopolita e multirracial.

Sou Rio de Janeiro
Je suis Rio de Janeiro.
I am Rio de Janeiro 
Io sono Rio de Janeiro
Rio de Janeiro yem yes.

Por 
Aslan Minas Melikian
01/03/2016

Ao meu caro amigo Ricardo

Ao Meu Caro Amigo Ricardo.

Meu caro amigo Ricardo.
Você é um homem galhardo.
Sou o seu comparsa felizardo.
Palavras d´alma de um bardo.

Comparar-me a Hercules
Ou ao herói grego Aquiles.
Bondade sua. Senhor Thales.
Se preferir? Aristóteles.

Ricardo, você é mítico.
Sou um trovador Homérico
Gosto de contar o épico
Nada tenho de heroico

Não creio em reencarnação
Quem sou eu para contestação?
Gente diz tem a constatação
Mas ninguém tem a ostentação.

Será que éramos mecenas?
Compatriotas de Micenas? 
Bons companheiros em Atenas?
Admirando belas helenas.

Será Já estivemos em Lagos
Na Nigéria como dois magos.
Há Milhares de anos fidalgos 
Nós Seremos sempre amigos.

Por
Aslan Minas Melikian
21/02/2016

Laura

Nasceu lutando.
Ela foi desbravando.
Olhar de sapeca nos encantando.

Parece, a Astghik*, a deusa
Do amor e da beleza.
Sorriso lindo cheio de pureza.

Laura é Laura de fato.
Espirito de luta é nato.
Enfrenta, e da ultimato.

Corajosa e social.
Fala com todos é cordial.
Defende os amigos na moral.

Adora musica instrumental.
Acha o Heavy metal fenomenal
Vê-la cantar é muito legal.

Grécia antiga Laura era vitória.
Em Roma Laura era a gloria.
Aqui, o amor e alegria, é Laura.

Por
A2M
Mr.Melikian
21/02/2015

laura2

laura1

* Na Mitologia Persa e Armênio
Astghik é a deusa do amor e beleza

Amigos do Grand Marché

A palavra Grand Marché na tela.
Voltei no tempo a bordo de um barco a vela.
Estava no porto de Tiro na Fenícia
Com Gabriel e Cheba que coincidência.
Falando de mercado, astrologia e ciência.
Elias apontando o Grand Marché na iminiencia.
Anotando no papiro o projeto da sua experiência.
Voltei ao tempo atual me perguntando.
Será que foi um sonho ou já fui um fenício?
Será que a magia da vida estava no inicio?
Os Fenícios os primeiros navegantes a acostar.
Em mares nunca antes navegados a conquistar.
Cartagena, península Ibérica e Gibraltar.
O rei Hiram de Tiro com sua frota Naval,
Deixando sua marca na pedra da Gávea na Moral.
Logo me vi em 1488 na frota de Bartolomeu Dias.
Estávamos no cabo das tormentas a caminho das Índias.
Com Beto Ferreira, irmãos Gonçalves e Júlio Carvalho.
Na proa a meia noite sentindo a queda do orvalho.
Passamos de oceano Atlântico para o oceânico Índico.
Deixamos o Cabo das Tormentas rumo ao védico.
O Cabo das Tormentas hoje é chamado Boa Esperança,
Rumo ao grande mercado para alcançar a liderança.
Voltei de novo ao presente.
Grand Marché não saí da minha mente.
Todos os amigos da rede lá presente.
São amigos do passado e também atualmente.
Uma equipe coesa, empreendedora e competente.
O Grand Marché terá o nosso apoio permanente.
O sucesso do Grand Marché será também da gente.

Por
Aslan Minas Melikian.
04/02/2016

Obs: Dom João III mudou o nome do Cabo das Tormentas
Para Cabo de Boa Esperança